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COBOTS – Robôs Colaborativos na Indústria 4.0

Robôs Colaborativos, chamados de “COBOTS”, foram desenvolvidos para trabalhar lado a lado com humanos de forma segura. Com isso, sua instalação nas fábricas se dá de uma forma muito mais simples e rápida do que no caso de robôs industriais convencionais, que precisam ser completamente isolados do convívio com humanos por meio de um aparato enorme de normas e dispositivos de segurança; o que torna a instalação mais complexa e cara, além de requerer mais espaço físico no chão de fábrica, muitas vezes indisponível.
A expectativa é de que o uso de robôs colaborativos cresça de forma exponencial nos próximos anos, em todos os segmentos industriais e em fábricas de todos os portes. O início é muito promissor, com interesse elevado da indústria neste tipo de tecnologia em um momento em que precisamos aumentar de forma radical a produtividade de nossa manufatura e a competitividade das empresas brasileiras para garantir a inserção do Brasil na Indústria 4.0.

COBOTS: São robôs desenvolvidos para interação direta com humanos dentro de uma área de trabalho colaborativa definida.
ÁREA DE TRABALHO COLABORAIVA: É um espaço seguro, onde o robô e um humano desenvolvem tarefas isoladas e conjuntas simultâneas, durante o ciclo produtivo.
OPERAÇÃO CALABORATIVA: Evento nos quais robôs propositadamente desenvolvidos para trabalhar em direta cooperação/interação com humanos dentro de uma área de trabalho definida.

Veja abaixo as quatro principais vantagens para uma empresa e os benefícios com a automação da produção na utilização de robôs colaborativos.

1 – Programação fácil: a tecnologia dos cobots permite que operadores sem experiência configurem e operem rapidamente os robôs com uma visualização intuitiva em 3D. No caso específico dos braços robóticos da Universal Robots, basta mover o braço robótico até pontos de rota desejados ou tocar as teclas de seta no tablet.
2 – Mais acessível que um robô convencional: por ter um custo inferior aos robôs convencionais, os cobots proporcionam às indústrias um aumento da sua atuação no mercado, dessa forma, possibilita também mais capacitação de pessoas e melhora nos processos e desenvolvimento de novas tecnologias.
3 – Implementação flexível: os cobots são leves, ocupam pouco espaço e são fáceis de reimplantar em diversas aplicações sem alterar seu layout de produção. A migração do cobot para novos processos é rápida e fácil, o que dá agilidade para automatizar praticamente qualquer tarefa manual, incluindo aquelas com pequenos lotes ou rápidas substituições.
4 – Colaborativo e seguro: agora, você pode substituir operadores humanos em trabalhos perigosos e tediosos para reduzir esforços repetitivos e lesões acidentais, sem perder a capacidade de decisão e discernimento exclusivamente de humanos.

FONTES:
https://avozdaindustria.com.br/colunistas/cobots-rob-s-colaborativos-industriais
https://medium.com/venturus/robôs-colaborativos-na-indústria-d02bf96b7513

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Plataforma BIM

A plataforma BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção), é a modelagem da informação da construção, que permite criar plantas de construção inteligentes. Ou seja, consegue-se inserir informações úteis como insumos, metragem e espessura, em cada parte dessa planta.
A BIM também pode ser usada para contabilizar considerações ambientais importantes em projetos de arquitetura, como iluminação e fluxo de ar. E o melhor de tudo: todas essas dimensões podem ser processadas e analisadas em tempo real.

O uso da BIM na construção e na engenharia não é nenhuma novidade, mas é possível ver o crescimento analisando o número de arquivos nesse formato armazenados na plataforma. Um dos motivos para esse crescimento é a possibilidade de elaborar projetos arquitetônicos com mais qualidade e eficiência. Porém, no Brasil, muitas empresas ainda resistem ao uso da ferramenta e preferem continuar com os métodos tradicionais.

A plataforma BIM tem a capacidade de representar tanto as propriedades físicas quanto intrínsecas de uma construção, como um modelo orientado a um objeto conectado a um banco de dados.

Quando se fala em plataforma BIM, muitas vezes vem à mente uma melhor coordenação de design e melhorias na hora de levar o projeto para a construção. Mas, boa parte do valor vem mesmo após a entrega, quando o dono do estabelecimento ou o gerente recebe informações completas e precisas sobre tudo que foi construído.
Os objetos do modelo, por exemplo, são linkados com informações relacionadas, incluindo especificações do manual, dados de comissionamento, fotos e detalhes de garantia. Isso permite que o dono ou gerente possa gerenciar tudo de forma muito mais eficiente e precisa.

Como muitos sabem, boa parte do custo de uma construção é incorrido após a entrega, e é claro que os benefícios da plataforma BIM continuam sendo válidos, mesmo depois que a fase de design e construção já está completa.

FONTES:
https://www.sienge.com.br/blog/plataforma-bim/
https://www.tecnosilbr.com.br/plataforma-bim/
Imagem: http://www.revistaqualimovel.com.br/noticias/plataforma-bim-pode-auxiliar-na-construcao-de-barragens-mais-seguras

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Robôs autônomos no canteiro de obras

A clássica robotização de várias funções operacionais, na qual outras indústrias já passaram há décadas (como a automobilística), parece ter chego ao canteiro de obras. Um exemplo disso é o robô desenvolvido pela empresa japonesa AIST, que realiza a montagem e instalação de paredes de gesso acartonado (dry wall) sem a necessidade de qualquer suporte humano.

Os robôs estão evoluindo bastante no sentido ‘visão’, o que torna as máquinas boas em reconhecer pessoas e objetos. O desafio agora é o de máquinas tomarem decisões, algo que os humanos fazem com bastante naturalidade.

A intenção dos pesquisadores é que máquinas similares possam ser usadas em projetos de construção em ambientes perigosos para humanos. Eles poderiam se trabalhar debaixo d’água, no espaço sideral e em desastres naturais.

A invenção dos pesquisadores de Harvard não foi a primeira a contribuir para a inserção da robótica na construção. Em 2011, um grupo de robôs voadores ergueu a primeira torre construída inteiramente por androides.

Com um mecanismo de sucção, cada androide pega um bloco de polietileno e estrategicamente o colocava em seu lugar a partir de sensores acoplados na base de cada máquina. Quando “cansados”, cada robô automaticamente se ligava a um carregador enquanto os outros androides os substituíam.
Então a junção da robótica com o trabalho braçal contribui para evolução da construção civil.

Um vídeo divulgado pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Industrial Avançada do Japão, mostra um protótipo de robô projetado para trabalhar em canteiros de obras e em situações onde há escassez de trabalhadores humanos.

Fonte:
https://bimnapratica.com/blog/inovacoes-na-construcao-civil
https://www.itforum365.com.br/robos-na-construcao-civil-realidade-ou-futuro-distante/
https://www.hometeka.com.br/pro/robos-na-construcao-civil/